Sam J. Parker

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Sam J. Parker

Mensagem por Luke Lagraa em Dom 28 Abr 2013, 00:49

Sexo: masculino

Idade: 16

Raça:Semideus

Destreza: Destro (direito)

Características:
Positivas: REFLEXOS APRIMORADOS, LÍDER NATO e MESTRE.
Negativas Código de Honra: Código dos Heróis, Código do Caçador, Complexo de culpa (morte de sua mãe) e Alergia a jaboticaba (sem contar as duas leis).

História:Era uma vez... Não, talvez não deva começar com um “Era uma vez” porque essa história ainda não tem final e sinceramente não acredito muito em finais felizes. Acredito em momentos e momentos são únicos e passageiros. Portanto, amigo, espero que não se importe que eu comece a contar sobre mim antes mesmo de que eu tenha nascido, porém no momento em que o destino começou a conspirar para que as possibilidades de minha existência começassem. E depois o que destino realizou. Está história é vagamente repetida entre os mortais, semideuses e menor ainda entre os imortais. Uma grega fez algo imperdoável.
Seu nome era Marie Johson Parker, por volta de seus vinte anos, ela tinha longos cabelos loiros, olhos azuis como safiras e um incontestável senso de justiça. Nascida em berço de ouro, por ter o que chamavam de sangue azul na época, ela era descendente direta da princesa Isabel I, por parte de mãe e era descendente direta dos Dórios gregos por parte de pai. Ela nasceu em Boston, onde a sua vida toda foi paparicada por empregados, ela era do tipo rebelde de garota, quando lhe davam um vestido caro, ela ia até uma loja e o vendia, comprando roupas comuns como camisa vermelha sem estampa e sem manga e um jeans rasgado, e o resto de dinheiro dava para os carentes. Por ventura do destino, ao fugir de casa, cansada de seus pais por não verem nada além de seu umbigo ela encontrou numa rua, uma loja de tecidos e resolver dar uma olhada. Ao entrar na loja se deparou de como era cheia de lãs e viu três mulheres com uma linha azul. Eram as Parcas, elas lhe disseram:
"A filha da terra dará luz a nova arma grega, a prolé terá descendência dos Dórios como a mãe, e as habilidades olimpianas de seu pai, ela terá, carregando consigo um destino intrasável."

Aquilo-lhe parecia uma profecia sobre alguém que teria um filho.
Marie Johson Parker morreu em seu parto.

• • •


Meu nome é Sam(Sammuel) Johson Parker, eu vivo com meu tio no bairro médio do Brooklin.
Posso dizer que não sou um adolescente normal, e muitas coisas provam isso. Por exemplo, na pré-escola, um dos meus professores de pré-escola me colocaram em uma cama para um cochilo, não percebendo uma cobra estava na cama. Eu finalmente a estrangulei até a morte com as próprias mãos. Outro exemplo disse e que quando era estava na terceira série, uma pessoa me perseguiu até o colégio, e quando o descrevi como principal características seus cabelos de cobra coral, ninguém acreditou em mim. Dentre essas outras histórias.



Sabe aquela sensação de pisar em solo firme depois de sair de uma montanha-russa assustadora? Bem, foi isso, depois de toda a correria, depois de passar dias dentro de uma van, depois de todas as surpresas, mas agora estáva bem, só com algumas cicatrizes e machucados. Sentei na escada olhando para Alex.
Se tem como desejo seguir a carreira de advogado, policial ou algo do tipo, não recomendo que more nos bairros pobres e médios do Brooklin, a não ser que queira ser o alvo principal dos ladrões e querer apanhar todos os dias. Minha casa ficava na área média de lá, os portões de ferro, que ficavam trancados davam a vez para uma escada, até chegar a porta da nossa casa, ela ficava no lugar mais alto do bairro. Tinha três andares, era toda feita de madeira. Eu morava no terceiro andar, com meu tio que era tradutora de livros, ele se recusava a usar qualquer dinheiro vindo da nossa família. “O lugar sempre fica mais divertido com o Parker”. Esse era o ditado que eu sempre ouvia. Para saber o motivo desse ditado era só me conhecer, fui expulso no final de cada ano de sete escolas diferentes, eu brigava muito por ajudar aqueles menores que sofriam e nunca deixei um animal prenho. Eu era o protetor dos necessitados, por causa dos códigos de honra que meu tio havia me passado. Meus amigos me sacaneavam por causa disso, me metia em tantas brigas que perdia as contas.
Eu sempre dirigia quando eu ia para a escola, naquela manhã, eu começaria a dar carona ao Alex e a Kath. Alex era o meu melhor amigo, sempre o protegia por ele ser alejado e sempre andar de muletas, e Kath era uma linda garota que eu andava ficando. Estacionei o carro na vaga que ficava entre o carro de Ava e a moto de Clyde. Meu grupo era o que vocês chamam de popular, eu jogava no time da escola, comecei quando percebi que nada de estranho estava acontecendo. Eu não era do tipo que ficava muito tempo em um lugar, por isso tentava me socializar o máximo possível normalmente. Eu estava no que chamamos de ficar com a Kath, ela era a menina mais linda do colégio, e o que eu mais gostava nela, não era uma líder de torcida. Nem um de nós tinha nada muito chique, por não éramos nada ricos, mais eu ganhei o Impala 67 do meu tio de aniversário (foi o melhor presente que ele havia me dado). Ainda tinha os meus outros amigos, a Dana, o Terry, se falar todos não vou parar de falar.
Mesmo em uma cidade pequena, aquilo valia muito, a amizade que nós tínhamos dentro e fora da escola.
A primeira aula do dia era História, conforme o professor falava sobre os gregos, desde onde começaram até onde chegaram ao seu fim. Enquanto o professor falava minha mão mexia, copiando o que ele falava. Mais um grande problema que eu tinha, meu TDAH e dislexia. Tive que parar a minha difícil releitura sobre a guerra do pelopeneso quando o meu celular vibrou no bolso. Era uma mensagem, de um número desconhecido :


“Alunos e Alunas faltosos, compareçam a quadra depois do almoço para reporem as aulas que andam matando. Venham com roupas de ginástica, vão precisar.
Ass : Treinador Buch


Xinguei baixinho e olhei em volta para ver se mais alguém tinha recebido o recado do nosso simpático treinador, mas ninguém parecia ter recebido o mesmo, não entedia porque estava sendo chamado se era o atleta estrela do colégio, e nenhum atleta precisa fazer EF. Eram muitos os que matavam aula, principalmente as de ginástica, mas não era um deles. Visando não querer reprovar, iria a essa aula. Porque será que havia sido chamado?
Não tinha escolha, não queria mudar de colégio, não desse. A dúvida não era uma opção. Assim, depois do almoço fui até o vestiário, assim que terminei de me trocar, quando me olhei no espelho vi os músculos ressaltados sobre a camisa, por causa dos treinos, da academia, das brigas e aulas de luta. “Melhor ir logo, pelo e visto vou ter que suar bastante essa blusa.” Pensei.
Mesmo sendo um lugar frio, a quadra era aberta, e bem ao lado ficava o estacionamento. Entrei olhando para os cantos, procurando mais alguém, mas não vi ninguém, só o nosso treinador de pé, com o bastão de beisebol na mão e o seu sorriso amarelo no rosto. Ele era alto, bem forte para sua idade, gordo também e tinha um olho azul, exatamente um único olho.
–Ah, ai está você... – Olhei para ele, era a hora de perguntar o porque de estar ali. Agora era a minha deixa.
– Treinador, eu só queria saber o porque... – Ele não me deixou terminar, bateu com o bastão na minha têmpora e eu caí, só consegui ouvir meu gemido abafado. – Vou acabar com você – Ele se aproximou de mim, ficou perto, e ergueu-me pelo pescoço, fitou-me, cheio de irá nos olhos. Ele até poderia fazer o que quisesse comigo, mas me bater não era uma opção. Bati com meu punho, de cima para baixo, numa forma de fazê-lo me soltar, chutei ele na altura de seu estomago, o fazendo tombar e me aproxime dele, e coloquei meu peso todo em cima de meu pé que estava em seu peito. Ele estava sem ar, e com muita dificuldade de respirar.
Assim que olhei para o estacionamento algo me chamou a atenção. A carrocinha estava lá, mas não era uma carrocinha comum, era maior, bem maior, quase uma caminhão de carga, e ela sacolejava, de um lado para o outro, violentamente. O treinador então começou a rir, baixinho.
– Achou mesmo que eu viria sozinho? Bom, eu trouxe meus cachorrinhos para brincar com vocês – Ele falou com dificuldades, e ainda deitado, tirou do bolso uma espécie de controle remoto, apertou um botão e a parte de trás da caminhonete se abriu, revelando cinco cães, grandes, totalmente pretos e com dentes afiadíssimos. Eles então, caminharam, e saltaram para fora da caminhonete, fuçaram um pouco o ar, e nos olharam, rosnando. Procurei uma arma em meio aquela situação e ergui o taco do treinador, o prédio da escola estava longe, o melhor a fazer era atordoar os cães e correr até um local com mais espaço. Assim, que o treinador assobiou, eu ergui o taco, girei com toda força que tinha na cara do cachorro, deu para ouvir o barulho dos ossos de sua cara quebrando e ele voando uns três metros e virar uma espécie de pó. “Espero que não volte.” Pensei.
Não sei de onde vinha a minha força, o meu ânimo, o meu fôlego, nas lutas, parecia que ficava acordado. Um dos cães pulou em cima de mim, suas garras rasgaram minha camisa e cortaram-me um pouco. Segurei o taco em frente ao meu rosto me protegendo dos dentes do monstro e dei uma cutuvelada no próprio para afastá-lo de mim. Fiz um rolamento para trás e me levantei segurando o taco em minha mão, aprovetei que o cão negro ainda estava caído e arrebentei o taco em sua cabeça, vendo ele se espatifar em dois e o monstro explodir em uma nuvem de pó dourado na minha cara. Eu havia começado a ficar muito cansado, aquilo estava me cansado muito. Olhei para frente e vi dois dos cães, mais se eu não me enganva deveria ter mais um. Senti uma forte dor em minhas costas, eu ajoelhei apoiando com undos joelhos e senti algo quente escorrendo nas minhas costas, prezumi que o cão restante estava em minhas costas. Me joguei para trás numa tentativa de me soltar do monstro. Ele me soltou e eu levantei, rapidamente, e dei um pisão na ária onde deveria ser sua coluna. Eu estava com a visão turva, não conseguia levantar, um breu negro se formou em minha visão e só lembro de ter visto Alex sem calça, com uma perna que parecia ser de cabra, com mais duas pessoas de armadura e espada em mãos.
Acordei em uma cama confortável que eu não sabia onde era, olhei para os lados e vi meu amigo Alex ali.
- Tenho muito que te falar, vamos começar do básico, seja bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue.


Questionário: (uma resposta só para cada pergunta)

I) Qual desses adjetivos te descreve melhor?
a) Formoso.
b) Maioral.
c) Sagaz.
d) Líder.
e) Reservado.
f) Alegre.
g) Caridoso.
h) Rancoroso.
i) Impaciente.

II) Se um dos seus amigos sumisse, o que você faria?
a) Chamaria mais amigos e lideraria uma busca para encontrá-lo.
b) Iria procurá-lo só, pois não gosto de depender de ninguém mais.
c) Correria para procurá-lo, pois cada minuto sem meu amigo vale ouro.
d) Sentaria para pensar – sem agir precipitadamente – tomando assim melhor decisão pensada.
e) Faria o que for preciso para sair em missão à sua procura.
f) Mesmo gostando dele, não arriscaria sair à sua procura.

III) Nas horas vagas, você gosta de:
a) Devorar livros.
b) Desmontar objetos eletrônicos.
c) Sair com a família ou amigos.
d) Ficar me olhando no espelho, inventando penteados.
e) Ficar perto de animais, ao ar livre ou não.
f) Jogar cartas, jogo de RPG, algum esporte... o importante é não ficar sem mexer os músculos.
g) Pensar na vida.
h) Dormir.
i) Tocar algum instrumento, ouvir música ou fazer poesia.
j) Mandar torpedos com o celular ou ficar no facebook ou MSN.
k) Faço a primeira coisa que me vir à cabeça, mas não fica parado.

IV) Sobre a sua família:
a) Eu entro numa briga por qualquer um da minha família.
b) Apesar dos meus problemas familiares, eu dou meu sangue por ela.
c) Sempre aprendi a me virar sem a ajuda de ninguém, nem mesmo da minha família.
d) O que nos une é a troca mútua de conhecimentos.
e) Sempre estamos juntos, mesmo nas viagens ou nas encrencas.
f) Saímos muito juntos para nos divertir.
g) Ela entende meu jeito de ser e não critica minha(s) personalidade(s).

V) Qual estilo de luta se aproxima mais do seu:
a) Intimido meu adversário com minhas faculdades antes de lutar.
b) Vou ao encontro do meu adversário para bater nele.
c) Começo a atacar de longe, atirando coisas.
d) Luto para valer, mas se tiver perdido, chamo meus amigos para me vingarem.
e) Como sempre estou rodeado de pessoas, nunca lutarei sozinho.
f) Sempre tento evitar uma luta com conversa, mas se não tem jeito, parto para cima.
g) Não mexam comigo, senão minha família virá me ajudar.
h) Posso não parecer grande coisa, mas luto sozinho... e muito bem.

VI) Você está passando pelo bosque quando vê um cara tentando pôr fogo nas árvores. O que você faz?
a) Vou até lá e brigo com o cara.
b) Não faço nada, afinal gosto de fogo.
c) Mando uma mensagem para as autoridades denunciando aquilo.
d) Vou até ele e tento convencê-lo a parar com aquilo.
e) Pergunto se posso assar marshmallows no fogo.
f) Xingo o imbecil que está cometendo esse crime.
g) Rezo para que a alma daquele cara seja consumida no inferno.
h) Não faço nada, afinal não é meu dever e não gosto de fogo.

VII) Como seria seu par perfeito, mais ou menos?
a) Impositor, protetor e corajoso.
b) Dócil, lindo e delicado.
c) Forte, habilidoso e resistente.
d) Festeiro, brincalhão, piadista.
e) Reservado, pensa mais do que fala.
f) Energizado, caloroso.
g) Pode se adaptar a qualquer situação inconveniente.

VIII) O que mais gosta (ou gostaria) de fazer nas férias?
a) Pular de paraquedas ou voar de parapente.
b) Ir à praia com os amigos, família ou namorada(o).
c) Conhecer grutas subterrâneas e escavações.
d) Assistir a uma luta de UFC.
e) Visitar um museu.
f) Conhecer outros lugares e pessoas.
g) Ir ao zoológico.
h) Ir a uma montanha nevada para conhecer, brincar e dormir na neve.

IX) Se você pudesse escolher seu(sua) pai/mãe divino(a), quem seria?
Hefesto




Sam J. Parker
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Re: Sam J. Parker

Mensagem por Afrodite em Seg 29 Abr 2013, 10:08

Bem vindo filho de Hefesto




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