[FP] Coralynne Millygan Hurth

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[FP] Coralynne Millygan Hurth

Mensagem por Coralynne MIllygan Hurth em Qui 02 Jan 2014, 10:22

Sexo: Feminino.
Idade: 19 Anos
Destreza: Direita
Características:
Positivas:
AGILIDADE (2 pontos) Você é mais rápido em corridas, pulos, esquivas e ataques. Esta vantagem acrescenta 2 pontos no atributo Velocidade sempre que o teste envolver a agilidade do personagem.Você também é capaz de se mover (andar ou correr de um ponto a outro na cena) Uma vez a mais no turno.
REFLEXOS APRIMORADOS [-1 pontos] - O personagem responde a ataques furtivos e pelos flancos com maior rapidez, conseguindo desviar de ataques e até responder a ataques surpresa com a facilidade de um ataque frontal.O jogador recebe Agi +1 para esquivas e tem direito a um teste de velocidade contra velocidade sempre que for receber um ataque surpresa,se for sucedido, ganha o direito de esquivar de um ataque surpresa como um ataque normal.
MIRA AVANÇADA (-1 Pontos) - O personagem tem uma mira perfeita, conseguindo acertar alvos a distância com uma precisão absurda, mesmo em movimento. O personagem nunca recebe penalidades por atirar de muito longe ou em movimento, além de receber + 1 HAB quando usar uma arma de ataques à distância.

Negativas
ALERGIA [+1 ponto] (Poeira)- Você tem um a repulsa orgânica ou mística incontrolável a alguma substância ou evento. O contato com o objeto de sua Alergia irrita visivelmente seu organismo, a ingestão ou contato causa muita dor e dano, também é impossível cruzar territórios repletos com seu fator alérgico. Sofre ainda os efeitos de uma Fobia Suave. São exemplos de fatores alérgicos alho, acônito, rosas, água corrente, água benta, sal, abelhas, polém, frio, etc.
COMPLEXO DE CULPA [+1 ponto] - Você se sente terrivelmente culpado por alguma coisa que fez no passado e julga-se responsável por todas as conseqüências disto. Às vezes, o motivo do acontecimento realmente foi culpa sua, em outros casos não, mas igualmente o Personagem se atribui como um responsável direto. Em todas as situações que lembrem o motivo que ocasionou seu complexo, deve fazer um Teste. Em caso de falha, o personagem ficará extremamente deprimido.

Qual seu/sua pai/mãe divino/a?
Hades

Quais as características físicas e de personalidade que lhe ligam a esta divindade?
O temperamento com certeza é a coisa que mais se assemelha entre mim e Hades. Assim como ele eu “herdei” o jeito frio de tratar as pessoas, aquele jeito de demonstrar que não se importa com ninguém além do próprio bem estar, aquele estilo de agir, pouco se importando para o que vão ou não pensar nele. Mas assim como ele posso me apaixonar profundamente e me preocupar com essa pessoa mais do que eu deveria. Assim como ele se apaixonou perdidamente por Perséfone, eu, Coralynne, temo profundamente o dia em que me apaixonar por alguém.


Por que você acha que de fato este/a deus/a é seu/sua pai/mãe divino/a?
O desejo por morte, aquela vontade imensa de possuir mais poder do que já tenho, aquele fato de simplesmente ser despachado para um lugar que você sabe que não é tão bom mas mesmo assim aceita. Tudo isso me faz crer cada vez mais que Hades é sim o meu pai, porém se ele não for? Bom, ai complica, pois não há deus que se ligue mais a mim


História:
-Vamos lá Srt. Hurth... Diga-nos quem é...- Aquela voz... Aquele rosto... Era tudo tão familiar... Uma garota estava sentada em uma mesa, um sorriso sarcástico dominava o rosto dessas... Seus olhos tão doces, sua face tão inofensiva... Se aqueles rapazes não tivessem presenciado o que a garota fez,  jamais acreditariam que uma menininha doce e gentil faria aquilo. Os olhos da menina ficaram marejados, um beicinho apareceu. –Moço... Eu não fiz nada... Eu... Eu não fiz nada... - As mãos da menina foram de encontro com sua testa, o lugar escuro escondia o sorriso maléfico que se encontrava no rosto da garota. –Eu só estava lá... Eu não sei como isso parou em minhas mãos... - A voz era doce, sobre a mesa um canivete sujo de sangue com apenas três letras “CMH”. Dois homens estavam na sala, nada mais havia no local exceto pela mesa e pelo canivete. O mais alto e pelo que se entendia mais burro dos homens estava se comovendo. –Chefe... Ela é inofensiva... Não seria capaz de matar...- As palavras soaram como um sinal de que a menina deveria agir... Enquanto os homens discutiam a menina pegou o canivete e saiu da cadeira se escondendo nas sombras.
O mais baixo e gordo se virou para dizer algo para a menininha.–Ela fugiu... Droga!- Um sorriso maléfico surgiu no rosto da menina e esta lançou o canivete, a arma por sua vez acertou a nuca do primeiro rapaz, este por sua vez caiu no chão sangrando. O outro assustado correu para a porta, a menina tirou um segundo canivete da manga da jaqueta e jogou este contra o calcanhar do homem. Ele caiu. Saindo das sombras pode-se ver a menina pela primeira vez. Rostinho doce, parecia ingênua, ninguém acreditaria na barbaridade que ela cometera. –Vou deixa-lo vivo... Avise aos seus amigos... As 7:30 canal vinte e dois...- O homem estava horrorizado e observava a garota. –Coralynne... Cuidado... - Um tiro atravessou a parte de vidro da janela... Eram policias Coralynne rapidamente saiu do local por uma janela oposta a atingida... O local logo foi invadido, nas paredes inscrições feitas por sangue... “7:30 canal 22”.
Longe do local, uma BMW azul estava parada num beco qualquer, um casal parecia conversar animado, a voz masculina ria. –Você é mesmo louca amor...- Uma risada. –Sou nada... Mas sabe, ninguém nunca pega a Hurth.- Dessa vez a risada feminina e um silencio que começava a incomodar. O silencio foi quebrado por uma voz masculina. –Yne, você nunca me contou sobre si mesma...- A menina pareceu bufar irritada, uma luz invadiu o veiculo e se viu a garota e o garoto sentados no banco traseiro. –Dean... Não tem nada de importante...- O rapaz cruzou os braços sério. –O.K eu conto...- A mão da jovem foi levada ao cabelo e suspiro foi dado. –No orfanato diziam que fui achada na beirada de uma estrada... Nunca entendi isso... Como alguém poderia abandonar algo tão doce como eu?- O garoto riu fraco e voltou a observar a menina. –Eu cresci nesse orfanato, ele ficava perto de um cemitério... Ah eu amava ficar sentada naquelas covas sentindo o vento gelado... Algo sempre me dizia que eu ficaria bem, mas para mim eu nunca ficaria... O orfanato era dirigido por uma velhinha magricela e estranha.- A menina riu lembrando-se da fisionomia da dona do orfanato.
-Ela realmente me odiava... Teve uma vez que ela ia me colocando dentro do forno para me matar, mas fui salva por um assistente social... Ele espancou o namorado daquela magricela... Ele ficou meio machucado.- Agora foi a vez do rapaz rir novamente. Cora se deitou no colo do aparente namorado sorrindo. –Depois disso ela e aquele feio pararam de tentar me matar... Nunca entendi o porque... Eu nunca fiz nenhum mal a ninguém.- O garoto olhou sério a menina.-O.K, eu nunca havia matado ninguém naquela época... Comecei a matar a três anos quando fui expulsa do orfanato. Foi algo chocante... Eu não tive culpa daquela menina morrer... Na verdade eu tive... Mas eu não a suportava mais...- O rapaz começou um cafuné na menina enquanto esta por sua vez estava agarrada as pernas dele. –Foi realmente rápido... Em um momento eu estava com a frigideira cheia de óleo quente no fogo e no outro ela estava agonizando de dor jogada ao chão... O cheiro era de carne frita... Foi terrível...- Um longo suspiro foi dado pela parte da menina. –Continuando... Depois desse dia tive que viver nas ruas... Me virava como podia... Cheguei a trabalhar por dois dias como garota de programa mas cansei daquilo, aquela vida não era para mim... Então eu segui andando pelas ruas a procura do meu verdadeiro lar... Foi quando te encontrei...- O menino sorriu. –Me lembro como se fosse ontem... Você vinha suada por uma estrada cansada e com uma mochila nas costas... Meu carro parado e quebrado... Você me ajudou a conseguir ajuda e desde então não nos separamos.- Ambos riram e começaram um beijo... Um som esquisito os atrapalhou, o celular jogado no chão vibrava... Eram exatas 6:30 da manhã...
Uma hora depois no departamento de policia de New York... Todos estavam ligados no canal 22... –Agora um anuncio da nossa matadora predileta... Hurth...- A tela da televisão escureceu e depois uma imagem branca e aquela cadeira enorme virada de costas... No fundo um monte de jornais que anunciavam as mortes cometidas por Hurth e então aquela voz grossa e extremamente destorcida começou. –Parabéns Srs. Policiais, me prenderam por duas horas... Mas vejamos, foram dois mortos para o lado de vocês e duas janelas destruídas... Para mim alguns arranhões e uma noite de amor...- Todos estavam boquiabertos, eles escutavam atentamente as palavras e alguns mordiam os lábios de raiva ou ódio. –Sabe chefe Hushell... Eu acho que as mortes não vão parar por agora... Você esta sendo tolo em continuar com está investigação... Eu mato quem eu quero e quando eu quero... Posso ter ou não motivos... Eu apenas mato...- A tela escureceu novamente e o jornal da manhã voltou a passar normalmente.
Em um quartinho pequeno e com o exato cenário da gravação do assassino estava Cora deitada em uma cama ao lado do namorado. Ambos riam. –Ótimo trabalho querida...- Um pequeno beijo foi dado e a porta foi aberta bruscamente. Um loiro de blusa laranja e muletas apareceu com a respiração pesada. Coralynne se levantou apressada e assustada. –Michael... O que houve?- O namorado da menina se levantou e colocou o amigo na cama preocupado, as palavras não saiam e Cora corria com um copo de água. Michael recusou e olhou Dean. –Esta na hora... Leve ela embora... Um som de arrastar de caudas foi ouvido no corredor, Michael olhou para Dean assustado, os meninos pareciam estar temendo o que vinha pelo corredor. Dean puxou a namorada da cama e pegou uma mala escondida debaixo da cama, mal teve tempo de chegar a porta e aquele monstro terrível apareceu. Um ser meio cobra meio mulher, uma dracaenae para ser mais exata. Michael tirou as calças apressadamente, Coral mordeu os lábios imaginando algo pervertido, mas seus olhos ficaram arregalados ao ver o que as calças escondiam. No lugar de pernas humanas e comuns apareceu de forma estranha pernas peludas. Dean se ajoelhou na frente de Michael e tirou-lhe os sapatos, Coralynne ficou boquiaberta, o namorado da jovem se aproximou da mesma e a olhou por poucos segundos até ela finalmente piscar e voltar a gaguejar. Eram palavras desconexas e pouco se entendia do que ela dizia. Michael impaciente olhou a jovem suspirando. –Dean, eu vou atrasar a dracaenae e você leva a Cora em sua moto o mais rápido que puder para onde é seguro... O tom de voz do menino era calmo e pacifico como se toda aquela situação fosse a coisa mais normal que pudesse existir. Dean apenas assentiu como se o outro garoto mandasse nele. A jovem por sua vez apenas revirou os olhos e apenas seguiu o namorado. Antes mesmo de a garota ter chance de dizer algo um pedaço de madeira com ponta de ferro passou a centímetros do braço da menina.
A garota riu e correu para a cama aonde estava seus canivetes. O sorriso nos lábios da garota era maléfico, a menina mordia o lábio inferior enquanto observava atentamente Michael lutar com uma espada contra o monstro. A garota segurou no punhal do primeiro canivete e mirou na cabeça da suposta mulher cobra. Sem mais delongas a meninas simplesmente lançou o canivete que bateu no batente da porta e ficou ali, fincado. A dracaenae olhou a garota e praguejou algo em grego, Michael retrucou e enquanto batalhavam eles gritavam um com o outro em uma língua que Coralynne entendia, pouco, mas entendia. Dean apenas observava num canto enquanto amarrava alguns lençóis.  Cora olhou brevemente o namorado e voltou rapidamente a atenção ao monstro que atacava agilmente seu amigo. Dessa vez a garota lançou dois canivetes contra o monstro. Um passou de raspão contra o rosto do ser que escorreu algo verde escorreu. A monstra pareceu se preocupar e aquilo foi um desfecho para Michael atacar. O garoto sem pensar apenas enfiou uma espada no estomago da monstra que desapareceu em pó dourado. Dean olhou a garota e riu largando os lençóis, segurou na mão da namorada e saiu do quartinho com ela descendo as escadas e a colocando na moto. Menos de três horas depois do ocorrido Dean parava a moto na de uma colina e observava a namorada um tanto preocupado. –Querida, me desculpe te esconder isso todo esse tempo... O que você viu hoje, acontece mais do que pode imaginar... A partir de hoje, depois que subir essa colina, você vai entrar em um novo mundo e tudo o que viveu aqui fora influenciara muito... Cora olhava o namorado confusa, não entendia o que ele queria dizer e não entendia ainda o que estava acontecendo. –Você não pode me deixar Dean... Não posso ficar sem você, não agora... O garoto pouco ouviu  o que a namorada dizia. Desde a metade da estrada o garoto sabia que algo estavam os seguindo. A mão do garoto foi até um relógio que o mesmo sempre usara, em questão de segundos esse se transformou em uma espada. O menino olhou a namorada com uma expressão preocupada e séria. -Corre amor, não olhe para trás até escorregar pela colina.
Os olhos da menina ficaram instantaneamente marejados, em nenhum momento durante o único ano em que conviveu com Dean ela imaginou por se quer um segundo ter que abandona-lo e adentrar em um novo mundo estranho aonde certamente ela não conhecia ninguém. O garoto olhava fixamente para algo atrás de Coral e parecia preocupado, curiosa a menina se virou para ver finalmente o que era. Um cão enorme, negro, com olhos vermelhos brilhantes como se fossem pedras de rubi olhava atentamente o casal parado ao lado da moto. A menina recuou uns dois ou três passos boquiaberta. Dean por sua vez apenas segurava de forma firme a espada. O monstro pareceu não esperar e rosnou para o garoto e partiu para cima do mesmo. Baba escorria pelos cantos da boca do monstro, enquanto ele corria o rapaz apenas teve o tempo de virar a namorada de costas e empurra-la para que finalmente subisse a colina e ficasse realmente salva. O cão parou em cima do garoto, as patas deste estavam pousadas e exercendo tremenda pressão contra os ombros do garoto e este por sua vez não deixando barato atacava o rosto do monstro com a espada.  O monstro continuava rosnando e por fim deu uma única e poderosa patada no rosto de Dean que olhava a namorada com os olhos enfim marejados. A única coisa que Coralynne conseguiu ouvir foi um sincero e fraco ‘’Te amo”, pouco antes de ver a cabeça do seu amado se desprender do corpo. Furiosa a menina desceu o barranco correndo, a espada do garoto estava a no mínimo dois metros do cão que brincava com a cabeça recém decapitada. A menina o olhou com nojo e ódio, pegou a espada e a olhou atentamente, um simples assovio e o cão a encarou começando a rosnar novamente, Cora por sua vez apenas riu do cão que a olhava com sede. Sem pensar a menina esticou o braço deixando a espada rente ao mesmo e começou a correr com toda a vontade e força que possuía naquele momento. Um simples salto e ela bateu contra o cão que também pulará. A menina caiu no chão ainda segurando a espada, o cão estava caído a mais de quatro metros, ainda furiosa a garota se levantou rapidamente e correu em direção ao cão. Este não perdeu tempo e se levantou dando uma rápida patada no ar, Coralynne apenas sorriu vendo a oportunidade e deu um giro de 190° graus com o braço. Algo novo invadiu a mente da menina, algo que ela jamais havia sentido, o toque da lamina da espada com a pata do cão e todo o sangue que saia era algo incrível e isso pareceu deixar a jovem entorpecida.
O cão negro urrou de dor e rosnou para a menina que alargou ainda mais o sorriso dando alguns passos em direção ao cão e simplesmente tirou dois canivetes do bolso e os lançou com apenas uma mão, cada um na direção de um olho. Estes foram acertados com diferença de milésimos de segundos. O monstro agora estava também cego além de aleijado. Mas algo diferente estava tomando conta do corpo da garota que mesmo tendo ferido o cão não havia parado. Ela sorria enquanto tocava o focinho do animal com a ponta da espada, este por sua vez pareceu chorar ao sentir a lamina gelada, mas nem mesmo isso pareceu comover a menina que pelo que aparentava por simples e puro prazer puxou com a mão esquerda o punhal da espada. Novamente o cão urrou de dor, Coralynne voltava lentamente a si, mas ainda assim não parava, em um ultimo momento de loucura ela foi para baixo do monstro e cravou a espada aonde deveria ser o coração deste que finalmente caiu falecido. Alguns piscares de olhos e a menina voltou a si, a imagem do cão machucado e mutilado parcialmente a assustou intensamente, lagrimas começaram a rolar pelo rosto da garota, a respiração estava pesada e por fim ela caiu de joelhos chorando. Seu olhar foi de encontro ao topo da colina aonde algumas pessoas se encontravam e em meio a elas um centauro, que de forma gentil desceu a colina indo em direção a menina.
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Re: [FP] Coralynne Millygan Hurth

Mensagem por Quione em Ter 21 Jan 2014, 21:18

Adorei sua história, bem diferente, criativa. Porém precisa de algumas edições e correções, ok? Está certo que você é filha de Hades, e por esse motivo não posso deixar passar. Corrija e poste novamente.





Déesse de la neige ♣️ Khione ♣️ Fille du Boreas dieu du vent


Beijos gélidos

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