Teste

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Mensagem por Convidado em Dom 09 Mar 2014, 17:49

Sexo: (masculino

Idade: (16 anos

Destreza: (direito

Características:
Positivas:MIRA AVANÇADA (-1 Ponto) AMBIDESTRIA (-1 Ponto)
NegativasAMNÉSIA [+1 pontos ] COMPLEXO DE CULPA [+1 ponto]

Qual seu/sua pai/mãe divino/a?
Deméter

Quais as características físicas e de personalidade que lhe ligam a esta divindade?
✠ Características Físicas: Ombros largos bastantes músculos para a idade, acho que é sensato me descrever como um jovem moreno, bonito e alto - possuo pouco mais do que um metro e oitenta centímetros de altura e sou bastante parecido com meu pai, com os mesmos olhos verde e pele branca. Meus cabelos são ondulados e meu físico é do tipo atlético.
✠ Características Psicológicas: Tenho muitas características e qualidades: comunicativo, otimista, entusiástico, criativo, aventureiro, agradável, competitivo, esforçado, empolgante, imaginativo, animado, gentil, dedicado, determinado, calmo, companheiro, persistente, curioso, inteligente, digno, justo, perceptivo, observador, bem-humorado e tenta sempre ser amigável com todas as pessoas.

Por que você acha que de fato este/a deus/a é seu/sua pai/mãe divino/a?
Porque Deméter é uma das poucas deusas que se encaixam no meu conceito de um ser divino, que é aquele que se importa com os mortais de alguma forma - ela, especificamento, ajudando-os e ensinando-os o plantio e colheita de grãos. No mais, ela é a deusa da agricultura, das plantas e da natureza, assim, é um fato que, eu, sendo uma de suas proles, herdaria parte de seus poderes e poderia ter controle sobre plantas, flores, árvores e etc., e isso é o que me fez ter certeza de que quero ser um dos filhos da deusa da natureza.

História:
Olá, meu nome é Jimmy, muito prazer! Você deve estar se perguntando "quem é esse garoto?" ou "o que ele quer?'' - estou aqui especialmente para explicar-lhe isto, então, por favor, fique a vontade, sente-se, e aceite um chá. Enquanto isso eu explico a você quem sou! Aí vai, Jimmy Olsen, 16 anos, sexo masculino, e humano - era o que eu pensava até alguns dias atrás:

Eu nasci em uma cidade calma, e cresci como um garoto normal, saudável e alegre. Meu pai é um homem carinhoso e presente, porém nunca conheci minha mãe – apesar disto, uma vida excepcionalmente comum. Cresci cercado por amor e carinho, por parte da minha família, e durante toda a infância e adolescência estive cercado por amigos. Minha infância foi muito feliz, apesar da dificuldade no aprendizado, do transtorno de déficit de atenção e da hiperatividade, problemas com que fui diagnosticado ainda no início da infância. Além disso, lembro-me de alguns acontecimentos estranhos ao longo de minha vida, que, eu admito, ainda não começou de fato. Algumas lembranças boas, outras mais obscuras, algumas mais divertidas, mas, sem dúvidas, muitas delas são bastante estranhas. Um exemplo? Sempre imaginei que a natureza, as plantas, flores e a terra pudessem de alguma forma me entender, entender meus sentimentos, emoções e sensações, e em várias ocasiões pensei estar imaginando coisas, mas em outras tive certeza de estar certo sobre isso.
Era verão quando aconteceu, tinha cinco anos e tenho certeza de que quando eu estiver muito velho ainda lembrarei me lembrarei daquela tarde. Fui visitar uma tia querida que morava muito longe e com quem eu quase não tinha contato, mas junto de meus pais, ia visitar algumas vezes todos os anos. Horas de viagem e então quando finalmente chegamos à enorme casa onde a mulher morava, fomos recebidos e os adultos ficaram na sala de visitas, conversando sobre assuntos chatos e entediantes. Uma criança não ficaria contente em passar todo o escutando o falatório que não lhe interessa então eu, simplesmente levantei-me do sofá onde estava sentado e com a permissão da minha tia fui conhecer a casa. Não demorei muito e encontrei o lindo jardim de rosas dela, de um tom vermelho como a cor de geleia de morango, cuidadas com muito carinho. Ver aquilo encheu meu peito de alegria, mas ao adentrar mais o jardim, percebi uma roseira realmente grande, que se apoiava em uma bonita estatua de mármore de uma mulher em tamanho real, vestindo trajes gregos – coisa que somente descobri anos depois. Parecia confortável em meio às flores, com uma expressão prazerosamente calma e tranquila, mas a roseira que nela estava trepada, completamente sem vida. Meu peito esvaziou-se e novamente foi preenchido, desta vez, por melancolia e tristeza. Queria ver vocês coloridas, e saudáveis como as outras..., pensei. Aproximei-me delas, e antes que eu pudesse fazer mais qualquer coisa, as rosas se ergueram devagar ganhando vida, porém mais rápido que o normal – em menos de minutos. Ganharam a linda e exótica coloração vermelha, como as outras, além de envolverem carinhosamente a estátua de mármore. Na hora tudo o que eu pensei foi "que legal" e ‘’que bonito’’. Ouvi um pigarro vindo de trás de mim e virei à cabeça, lançando um olhar sobre os ombros e vendo que minha tia sorria emocionada para a roseira. Perguntei a ela:
- A senhora viu isso, tia? – Tinha um tom curioso na voz, comum a uma criança.
- Vi sim meu amor, vejo que então funcionou mesmo. – Respondeu ela, porém não entendi o que ela queria dizer com aquilo.
- O que funcionou tia? – Novamente indaguei.
- A estatua da deusa grega da agricultura meu sobrinho... Deméter! Como essa roseira não queria florescer, eu pensei em coloca-la junto da estátua para que Deméter cuidasse das minhas flores. Vejo que funcionou. Estão lindas agora! – Ela, por sua vez, tinha um tom divertido e satisfeito em sua voz.
Depois daquilo, passei a ter uma enorme admiração pela deusa Deméter.
À medida que fui crescendo muitas coisas assim foram acontecendo, nada, porém, realmente alarmante, apenas algumas das memórias estranhas das quais falei antes, como quando eu fico muito triste ou nervoso, o céu é coberto de nuvens e algumas vezes, até mesmo chove. Alguns dias atrás eu achava tudo um mistério, hoje, eu entendo. Por quê? Bem, vou explicar a vocês, de novo: Há alguns dias atrás, eu fui visitar minha tia novamente, sempre achei-a um pouco excêntrica, e parece saber de algo que eu não sei – assim como meu pai. Após chegarmos, foram todos para a sala de visitas com exceção de mim, que atravessei a casa até chegar ao jardim dos fundos, como de praxe. Não importa quanto o tempo passe, ele sempre estará lindo como quando o vi pela primeira vez. Fui adentrando cada vez mais fundo, em meio às rosas, que pareciam felizes por me ver ali, até chegar a estátua da Deusa Deméter. Sentei-me no chão, na grama aparada, como sempre. Encarar a figura da Deusa trazia-me paz, tranquilidade, confiança, ao menos quando ela não decidia se mover, é claro. Aí você pergunta: ‘’Espera, você disse se mover’’? A estátua?!", isso mesmo. Não é como se fosse comum, mas lembro-me bem do susto que levei há alguns dias, quando ela simplesmente começou a se mover, e caminhou de seu pedestal, até ficar parada diante de mim, com olhos agora cheios de vida, e amor.
- Olá, filho meu... Vejo que estás de volta.
- Hãn? O QUE?
- Acalme-se criança, eu não vou lhe fazer mal, mas outros irão se não se esconder.
- O que? Como assim? Você fala né? Interessante... Desde quando você faz isso? Pera, quem vai me fazer mal? Eu não sou criança, tenho 16 anos na cara! Quem é você?
- Acalme-se, minha criança...
- Eu estou calmo! Não pareço calmo para você? Talvez seja pelo fato de uma estátua de mármore estar falando comigo!
- Vejo que tens muitas dúvidas, certo?
Eu já ia começar a gritar e correr, quando escuto a voz de minha tia, vinda da entrada do jardim, acompanhada de meu pai e minha mãe.
- Deméter, já está na hora? - Disse minha tia olhando para a estátua, que apenas assentiu levemente com a cabeça, antes de olhar para mim, e continuar.  
- Agora vá, minha criança. Tudo lhe será explicado, logo, logo.
Então a estátua voltou calmamente ao seu pedestal, em sua posição inicial, e ali congelou, como se voltando a ser apenas mármore comum.
- VIRAM AQUILO?!
- Sim Jimmy, acalme-se... Tudo será explicado a você no seu devido tempo. - Foi a vez de meu pai falar.
Depois disso, meu pai e minha tia me explicaram tudo. A minha natureza de semideus, a minha descendência direta de Deméter, falaram-me sobre meus poderes, o Acampamento Meio-Sangue e o perigo a que estou exposto enquanto estiver fora dele. Logo, irei estar nesse tal lugar, daqui a dois dias, quando coincidirá com a data do meu nascimento. Nervoso com as possibilidades e com as circunstâncias, afinal não poderei saber o que irei encontrar lá nem mesmo o que vai acontecer durante este verão; Triste por saber que não poderei passar mais do que poucos momentos com minha mãe, isso se eu tiver sorte o suficiente para que ela algum dia possa sair do Olimpo e estar comigo, mesmo que durante minutos; Confuso, e, aliás, quem não ficaria dessa forma depois de descobrir uma coisa dessas? Nunca pude imaginar que sou filho de uma deusa, mas agora que descobri a verdade sinto-me feliz por ser filho da divindade das plantas, da natureza, das flores; Animado, curioso, imaginando infinitas coisas que posso encontrar no Acampamento Meio-Sangue.

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Re: Teste

Mensagem por Orfeu em Dom 09 Mar 2014, 18:15

Reclamado!
Seja bem-vindo, filho de Deméter





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